'Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver'
(Amyr Klink)
segunda-feira, 3 de maio de 2010
terça-feira, 27 de abril de 2010
De volta!
Os últimos meses da minha vida foram de muita ansiedade, tanta que parar para escrever sobre os acontecimentos me incomodavam. Mas, enfim, a viagem para Luanda foi confirmada no finalzinho do ano passado, e cá estou eu!
Apenas às vésperas de completar 3 meses em Luanda, me senti conforrtável para escrever (e por conseqüência rememorar) sobre essa experiência.
Não vou relatar o que aconteceu na primeira semana, na segunda, na terceira, ...
Nada disso, quero falar sobre o que Angola tem me acrescentado.
Salvo os primeiros dias, que não foram nada fáceis, inclusive, pensei seriamente em voltar para o Brasil, estar aqui é muito intenso, tudo ganha uma proporção gigante, pro bem e pro mal.
Mas agora estou começando a entender Angola... e vou deixar as minhas impressões aqui aos pouquinhos.
Apenas às vésperas de completar 3 meses em Luanda, me senti conforrtável para escrever (e por conseqüência rememorar) sobre essa experiência.
Não vou relatar o que aconteceu na primeira semana, na segunda, na terceira, ...
Nada disso, quero falar sobre o que Angola tem me acrescentado.
Salvo os primeiros dias, que não foram nada fáceis, inclusive, pensei seriamente em voltar para o Brasil, estar aqui é muito intenso, tudo ganha uma proporção gigante, pro bem e pro mal.
Mas agora estou começando a entender Angola... e vou deixar as minhas impressões aqui aos pouquinhos.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Saudade da minha Cam
Hoje bateu uma saudade imensa de Camila. Ela tá na Espanha há um mês somente, mas gente como ela, assim, verdadeira, livre, que não te tolhe, que distribui sempre sorrisos e abraços sinceros, que te coloca pra cima, pra frente, que tem a alma leve, o olhar verdadeiro e as palavras certas, sejam doces ou firmes, é difícil encontrar...
De repente, penso na saudade que vou ter que enfrentar se o meu novo projeto profissional der certo...
De repente, penso na saudade que vou ter que enfrentar se o meu novo projeto profissional der certo...
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Sobre o amor...
(...)
"Não falo do amor romântico,
Aquelas paixões meladas de tristeza e sofrimento.
Relações de dependência e submissão, paixões tristes.
Algumas pessoas confundem isso com amor.
Chamam de amor esse querer escravo,
E pensam que o amor é alguma coisa
Que pode ser definida, explicada, entendida, julgada.
Pensam que o amor já estava pronto, formatado, inteiro,
Antes de ser experimentado.
Mas é exatamente o oposto,para mim, que o amor manifesta.
A virtude do amor é sua capacidade potencial de ser construído, inventado e modificado.
O amor está em movimento eterno, em velocidade infinita.
O amor é um móbile.
Como fotografá-lo?
Como percebê-lo?
Como se deixar sê-lo?
E como impedir que a imagem sedentária e cansada do amor não nos domine?
Minha resposta?
O amor é o desconhecido.
Mesmo depois de uma vida inteira de amores,
O amor será sempre o desconhecido,
A força luminosa que ao mesmo tempo cega e nos dá uma nova visão.
A imagem que eu tenho do amor é a de um ser em mutação.
O amor quer ser interferido, quer ser violado,
Quer ser transformado a cada instante.
A vida do amor depende dessa interferência.
A morte do amor é quando, diante do seu labirinto,
Decidimos caminhar pela estrada reta.
Ele nos oferece seus oceanos de mares revoltos e profundos,
E nós preferimos o leito de um rio, com início, meio e fim.
Não, não podemos subestimar o amor e não podemos castrá-lo.
O amor não é orgânico.
Não é meu coração que sente o amor.
É a minha alma que o saboreia.
Não é no meu sangue que ele ferve.
O amor faz sua fogueira dionisíaca no meu espírito.
Sua força se mistura com a minha
E nossas pequenas fagulhas ecoam pelo céu
Como se fossem novas estrelas recém-nascidas.
O amor brilha.
Como uma aurora colorida e misteriosa,
Como um crepúsculo inundado de beleza e despedida,
O amor grita seu silêncio e nos dá sua música.
Nós dançamos sua felicidade em delírioP
orque somos o alimento preferido do amor,
Se estivermos também a devorá-lo.
O amor, eu não conheço.
E é exatamente por isso que o desejo e me jogo do seu abismo,
Me aventurando ao seu encontro.
A vida só existe quando o amor a navega.
Morrer de amor é a substância de que a vida é feita.
Ou melhor, só se vive no amor.
E a língua do amor é a língua que eu falo e escuto."
Vênus - Paulinho Moska
"Não falo do amor romântico,
Aquelas paixões meladas de tristeza e sofrimento.
Relações de dependência e submissão, paixões tristes.
Algumas pessoas confundem isso com amor.
Chamam de amor esse querer escravo,
E pensam que o amor é alguma coisa
Que pode ser definida, explicada, entendida, julgada.
Pensam que o amor já estava pronto, formatado, inteiro,
Antes de ser experimentado.
Mas é exatamente o oposto,para mim, que o amor manifesta.
A virtude do amor é sua capacidade potencial de ser construído, inventado e modificado.
O amor está em movimento eterno, em velocidade infinita.
O amor é um móbile.
Como fotografá-lo?
Como percebê-lo?
Como se deixar sê-lo?
E como impedir que a imagem sedentária e cansada do amor não nos domine?
Minha resposta?
O amor é o desconhecido.
Mesmo depois de uma vida inteira de amores,
O amor será sempre o desconhecido,
A força luminosa que ao mesmo tempo cega e nos dá uma nova visão.
A imagem que eu tenho do amor é a de um ser em mutação.
O amor quer ser interferido, quer ser violado,
Quer ser transformado a cada instante.
A vida do amor depende dessa interferência.
A morte do amor é quando, diante do seu labirinto,
Decidimos caminhar pela estrada reta.
Ele nos oferece seus oceanos de mares revoltos e profundos,
E nós preferimos o leito de um rio, com início, meio e fim.
Não, não podemos subestimar o amor e não podemos castrá-lo.
O amor não é orgânico.
Não é meu coração que sente o amor.
É a minha alma que o saboreia.
Não é no meu sangue que ele ferve.
O amor faz sua fogueira dionisíaca no meu espírito.
Sua força se mistura com a minha
E nossas pequenas fagulhas ecoam pelo céu
Como se fossem novas estrelas recém-nascidas.
O amor brilha.
Como uma aurora colorida e misteriosa,
Como um crepúsculo inundado de beleza e despedida,
O amor grita seu silêncio e nos dá sua música.
Nós dançamos sua felicidade em delírioP
orque somos o alimento preferido do amor,
Se estivermos também a devorá-lo.
O amor, eu não conheço.
E é exatamente por isso que o desejo e me jogo do seu abismo,
Me aventurando ao seu encontro.
A vida só existe quando o amor a navega.
Morrer de amor é a substância de que a vida é feita.
Ou melhor, só se vive no amor.
E a língua do amor é a língua que eu falo e escuto."
Vênus - Paulinho Moska
Para mim!
"Dizem que a distância é esquecimento...
E por mais distante que me vejo...
Ainda sonho com teus carinhos...
Ainda sinto a tua voz, o teu cheiro...
E antes de dormir...
Lembro-me que poderia estar contigo...
Se tu pudesse estar dentro de mim nessa hora...
Você saberia a dor que sinto por teu abandono...
Quantas horas de sono tu me roubarás?!
p.s.:Não preciso de nada, mas faltam teus beijos..."
E por mais distante que me vejo...
Ainda sonho com teus carinhos...
Ainda sinto a tua voz, o teu cheiro...
E antes de dormir...
Lembro-me que poderia estar contigo...
Se tu pudesse estar dentro de mim nessa hora...
Você saberia a dor que sinto por teu abandono...
Quantas horas de sono tu me roubarás?!
p.s.:Não preciso de nada, mas faltam teus beijos..."
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Você passa, eu acho graça
"Ah, e agora, você passa,
eu acho graça
Nessa vida tudo passa
e você também passou
Entre as flores, você era a mais bela
Minha rosa amarela
Que desfolhou, perdeu a cor"
Cantei Camila!!!!!
Uhuuuuu!!!
eu acho graça
Nessa vida tudo passa
e você também passou
Entre as flores, você era a mais bela
Minha rosa amarela
Que desfolhou, perdeu a cor"
Cantei Camila!!!!!
Uhuuuuu!!!
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
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