quarta-feira, 29 de julho de 2009

Teoria de um iogue irlandês

Essa é mais uma do livro Comer Rezar Amar, de Elizabeth Gilbert.

Incrível como comecei a ler este livro despretensiosamente, pensei que seria uma leitura leve, bobinha até, eu confesso, para alternar com "A Insustentável Leveza do Ser" de Milan Kundera, que é um tanto quanto denso e estou lendo agora também.

Resultado: me surpreendi com a profundidade da leitura, ainda que, de fato, seja leve (e isso é o melhor de tudo). Está me trazendo uma série de reflexões e questionamentos sobre coisas que considero as mais importantes da vida: Deus, amor próprio, auto-conhecimento, relacionamento, enfim... Este livro foi uma grata surpresa, que recomendo para aqueles que pretendem se conhecer melhor, sair da superfície e mergulhar na profundidade que deve ser a nossa vida.

O trecho que segue abaixo é a teoria de um iogue irlandês na tentativa de explicar "a prática do equilíbrio interno" como o melhor que podemos fazer diante do mundo incompreensível, perigoso e insano em que vivemos:

"Imagine que o universo é uma imensa máquina giratória. Você quer ficar perto do centro da máquina - bem no eixo da roda -, e não nas extremidades, onde os giros são mais violentos, onde você pode se assustar e enlouquecer. O eixo da calma fica no seu coração. É aí que Deus reside dentro de você. Então, pare de procurar respostas no mundo. Simplesmente retorne sempre a esse centro, e sempre vai encontrar a paz."

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